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Papoula

Seria mais fácil pintar uma flor se pudéssemos observa-la. Agora, para entendê-la, saber como ela é, podemos pesquisar através de livros e através da internet temos vários sites sobre flores.

Papoula

Papoulas na Califórnia

Papoulas
Nome científico: Papaver somniferum
Família: Papaveráceas
Origem: Ásia
Floração: verão
Propagação: por sementes
Mistura de solo ideal para cultivo: rica em matéria orgânica, pode-se usar uma mistura de 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de composto orgânico
Luminosidade: precisa de muita luz, o ideal é que receba luz solar direta apenas nos horários mais amenos do dia (pela manhã ou à tarde)
Clima ideal: ameno
Regas: deve ser regada regularmente, mas o solo não deve nunca ficar encharcado.

A papoula é uma planta da Família das Papaveráceas, também conhecida como dormideira. É uma herbácea anual que apresenta propriedades alimentares, oleaginosas e medicinais. A planta apresenta um caule alto e ramificado, com folhas sésseis e ovaladas. As flores são grandes, brancas, rosas, violáceas ou vermelhas, e o fruto é uma cápsula. Por toda a planta circula um látex branco. Todas as partes da papoula são consideradas venenosas, com exceção das sementes maduras.

O ópio é retirado a partir do látex encontrado nas cápsulas que não atingiram a maturação. Ao se fazer cortes na cápsula da papoula, quando ainda verde, obtém-se um suco leitoso, o ópio (em grego, refere-se a suco), que contém cerca de 25 alcalóides - o mais importante deles é a morfina, presente em até 20% no ópio.

Os nomes relacionados à papoula são bem sugestivos O nome científico da planta “somniferum” (relacionado a sono) e a origem do nome “morfina” (relacionada ao deus da mitologia grega Morfeu, o deus dos sonhos) nos levam a compreender os efeitos que o ópio e a morfina podem produzir: são depressores do sistema nervoso central. Além disso, o ópio ainda contém outras substâncias, como a codeína, e é dele também que se obtém a heroína, uma substância semi-sintética, resultado de uma modificação química na fórmula da morfina.

Todos os alcalóides do ópio são narcóticos. O maior problema dos opiáceos é o seu poder de provocar dependência. Tanto a morfina, como o seu derivado, a heroína, criam uma euforia de sonhos, seguida de uma sedação associada a uma sensação de bem estar. Entretanto, o uso constante e prolongado leva a um envenenamento crônico que pode causar deterioração física e até a morte. Os períodos de abstinência da droga são marcados por náuseas, insônia e intensas dores musculares.

Em alguns lugares do mundo o cultivo da papoula é permitido. É o caso da Tasmânia e da Tailândia. Lá, os membros do grupo dos Hmong (oriundos da China) cultivam a papoula e usam uma parte da flor para suas cerimônias religiosas. O governo da Tailândia lhes deu permissão especial para cultivar esta planta. Entretanto, se algum membro da tribo é encontrado fora da comunidade com a papoula, é detido imediatamente, o que gera conseqüências para toda a comunidade.

Poesia

Odores de Papoulas

Odores no ar

cores nos olhos

Estrada sem fim.

jardim na estrada,

Você no caminho

eu na encruzilhada…

Papoulas e cheiros…

Lembranças nebulosas

via dupla a optar…

Escorreu pelo tempo

caminho, encruzilhada,

você e eu… nós.

Somente há papoulas multicores

fazendo presente o passado.

Havia uma escolha,

havia opções.

Restaram cheiros e cores,

jardins embelezando o hoje.

Feliz escolha…

Paixão passada… vívida

Vivida.

Além dos jardins,

viver … seguir… re-apaixonar

hoje, sempre.

Marly Londero


Muita Luz!

Comente! junho 13th, 2008

Hortênsia

Seria mais fácil pintar uma flor se pudéssemos observa-la. Agora, para entendê-la, saber como ela é, podemos pesquisar através de livros e através da internet temos vários sites sobre flores.

Hortênsia

Caminho com hostênsias

* Nome científico [bb]: Hydrangea macrophylla

* Sinonímia: Viburnum macrophyllum

* Nome Popular: Hortênsia, hortência, rosa-do-japão, hidrângea

* Família: Saxifragaceae

* Divisão: Angiospermae

* Origem: China e Japão

* Ciclo de Vida: Perene

A hortênsia é a flor símbolo do município de Gramado, conhecida cidade da serra gaúcha.
A hortênsia é um arbusto semi-lenhoso, de ocorrência comum na China e no Japão. Atinge altura entre 1,0 a 2,5 m e produz cachos de flores de cores variadas( vermelha, rosa, azul, roxo e branco), dependendo do pH do solo. Os cachos brotam no meio das folhas, que são verde escuras, grandes, denteadas, brilhantes e coriáceas, e permanecem floridos durante mais ou menos 6 semanas.
Existem muitas variedades, e de um modo geral, se desenvolvem em locais sob luz indireta, com temperatura entre 12 e 21 0C, e em solo fértil, de boa drenagem e que deve ser irrigado sempre que necessário.
Propagação: é realizada através de estacas, obtidas a partir de ramos sadios, geralmente após o florescimento.
Preparo das estacas: as estacas são pedaços de aproximadamente 20 cm, cortados de ramos com diâmetro em torno de 1 a 1,5 cm. O corte da base é feito em bisel, abaixo de um nó ou gema e o da ponta também acima de um nó; tem se o cuidado de retirar as folhas da base deixando-se somente 2 ou 3 da parte superior. São colocadas para enraizar em estufas, local telado ou em canteiros a pleno sol.
Substrato de enraizamento: pode-se utilizar uma mistura de 2/3 de terra vegetal e 1/3 de areia fina, onde serão fixadas as estacas de maneira que as folhas fiquem expostas. Após 30-90 dias as estacas estarão com brotos, realizando-se então o transplante para recipientes individuais ou canteiros.
Preparo do canteiro: deve ser preparado com antecedência, revolvendo-o e acrescentando uma mistura de esterco bem curtido e fertilizante, na proporção de 2,5 kg para cada 30 m2.

A Planta
Planta rústica que exige poucos cuidados. Pertence à família das Saxifragáceas e é um arbusto. Usa-se como bordadura e maciço. Tem origem no Japão e China, na Ásia. Atingem até dois metros de altura. Propagam-se no verão através da estaquia da ponta de ramos.

Flores
São agrupadas em hastes florais e florescem na primavera e verão. São predominantemente azuis.

Tipo de Folha
Oval.

Ambiente e Cultivo
São plantadas em jardins. Gostam de clima ameno e de solo arenoso e rico em matéria orgânica. É preciso rega trê veies por semana nos meses quentes uma vez por semana nos meses frios. Preferem sol pleno em locais frios e meia sombra em locais quentes. É bom poda-as anualmente para a sua renovação.

Adubação
Adubar uma vez por ano com farinha de osso, farinha de Peixe ou torta de algodão. Usar fosforita, superfosfato e termofosfato ou NPK rico em P.


Poesia:

Resquícios

Amei-te como se ama uma hortência,
miríades de cores,
caule ereto,
cortando os ares,
trilhando caminhos que levam além.
Amei-te com cores vivas, azuis, rosas, brancas…
como de uma hortência.
Percorri vielas e becos,
desagüei em riacho calmo,
tornei-me pororoca em mar bravio.
Amei-te com sonhos tresloucados,
destruindo-me no percurso.
Amei-te com o esplendor raro e calmo,
enrosquei-me na explosão do caos.
E …
Apesar de tanto amor,
as cores esmaeceram-se….
evaporaram-se nas brumas da vida.
Restando apenas, tão somente,
o suave perfume pairando no ar,
amado, ido, perdido… olvidado.

(Marly Londero)

Multicores

Entremeios de hortências, cores no ar.
Vida pulsante nas células dormentes,
caminhos que se fazem ao ultrapassar.
Multicores de ilusões,
esperanças pululantes.
Ir em frente, buscar.
Pedaços de ontem,
anseios de amanhã,
luta pelo hoje.
Caminhos de hortências…
reminiscências de,
castelos erguidos,
trilhas pecorridas,
obrigação de seguir…
Amores vieram,
Amores passaram,
Amores que são.
Paixões vívidas,
Paixões adormecidas,
Paixões que impulsionam.
Cores em multicores,
hortências..
Frescor de dias idos,
Fulgor do agora.
Quem sou eu neste emaranhado?
Que resta de mim neste entrelaço?
Lucidez tênue do alvorecer,
etéreo lusco-fusco do entardecer?
Tão somente sou.
E.. basta.

(Marly Londero)

Muita LUZ!

21 comentários maio 6th, 2008

Lírio

Seria mais fácil pintar uma flor se pudéssemos observa-la. Agora, para entendê-la, saber como ela é, podemos pesquisar através de livros e através da internet temos vários sites sobre flores.

Lírio Amarelo

Lírios: os símbolos da pureza
O lírio é originário da Europa, Ásia e América do Norte. Algumas espécies são nativas dos trópicos, de regiões com altitude elevada. Porém, todas as espécies existentes hoje são originárias de vários cruzamentos entre si, dando origem a inúmeras variedades e cores: são os chamados lírios hibridos. Os lírios pertencem à família das Liliáceas e os principais grupos são:

Lírios Orientais - caracterizados pelos que apresentam mais perfume e flores grandes;

Lírios Asiáticos - com flores menores, quase sem perfume, mas com cores fortes e bem variadas;

Lírio longuiflorum - de flor grande, na cor branca e creme.
Com exceção do Lírio longuiflorum, os outros dois grupos apresentam tanto variedades para vaso como para corte, usadas na confecção de arranjos. No grupo dos Asiáticos encontramos o Orange Pixie e no grupo dos Orientais, estão o Muscadet e Mona Liza. Os lírios são plantas de bulbo, assim como a tulipa, o amaryllis e até mesmo a nossa conhecida cebola. Eles emitem um único broto por bulbo, de onde saem as folhas e as flores.
Lírio-do-amazonas - Eucharis x grandiflora, Eucharis amazonica. Também conhecido como Estrela Dalva, Estrela de Belém ou Estrela da Anunciação - espécie largamente cultivada no mundo inteiro;
Lírio-da-chuva - Zephyranthes rosea, Zephyranthes candida, Zephyranthes grandiflora… - todas largamente cultivadas no mundo inteiro;
Lírio-tigrado e várias outras espécies de lírios.
Como cuidar do seu vaso de lírio

O lírio em vaso requer um local com boa iluminação, evitando o sol nas horas mais quentes do dia. Não deixe o substrato (a terra do vaso) secar completamente, molhando sempre que necessário, até que água saia pelos furos de drenagem do vaso; mas evite que a água se acumule no pratinho. Para fazer com que o lírio em vaso floresça novamente, o procedimento é complicado e não é garantido o sucesso. Quem desejar tentar, deve seguir uma série de passos:

1. Após a morte das flores, continue regando o lírio por mais 3 meses, depois pare de colocar água e espere que as hastes sequem completamente;

2. Uma vez que as hastes estejam secas, retire os bulbos do vaso, coloque-os em um saco plástico perfurado, preenchido com material inerte (perlita, por exemplo) úmido. Coloque este saco plástico com os bulbos na parte menos fria da sua geladeira (onde são colocadas as verduras) e deixe lá por cerca de 4 meses. Cuide para manter os bulbos úmidos. Evite choque entre os bulbos e também o choque dos bulbos com outros objetos, pois há perigo de machucar os bulbos e os ferimentos são portas para a entrada de doenças.

3. Passados os 4 meses, retire os bulbos da geladeira de plante-os. Deixe nos primeiros 10 dias em local bem fresco e arejado. Quando os brotos estiverem surgindo, leve o vaso para um local bem iluminado. Regue sempre que a terra estiver seca.

4. Se tudo der certo, entre 2 e 3 meses os bulbos florescerão.

O lírio no mercado de flores

Algumas características do mercado de flores favorecem o comércio de lírios em vaso no Brasil: a maior demanda por flores de vaso em geral (e conseqüente queda da procura por flores de corte) por causa da dengue; a existência de novas espécies próprias para vasos (com tamanho menor) e, finalmente, o preço mais acessível do produto, resultado do grande volume de produção. A empresa é responsável pela produção e venda das duas espécies mais procuradas de lírios: a Orange Pixie (alaranjada) e a Muscadet (branca). Cada vaso possui três bulbos que produzem de 5 a 15 flores, em potes de 15 cm de diâmetro.A variedade Orange Pixie é mais abundante. As plantas de vaso atingem cerca de 30 a 40 cm de altura.

Apesar do preço mais acessível, o lírio ainda é considerado um produto nobre e elitizado, que exige cuidados especiais de produção. A Terra Viva produz lírios em uma unidade da empresa instalada em Tapira, região de Araxá, sudoeste de Minas Gerais, com excelente qualidade, por aproveitar o clima e topografia favoráveis do local. Na região, tanto o inverno como o verão são mais amenos que no interior paulista, favorecendo uma produção contínua e melhorada. Cerca de 70% dos bulbos são importados da Holanda e 30% são produzidos em Araxá. Para bulbos de vaso a importação corresponde a 90% do total produzido pela empresa. “São plantas especiais, de clima frio, que necessitam um período de dormência. As variedades de vaso são geneticamente mais curtas, enquanto as de corte possuem maior diversidade e hastes mais longas, de até um metro de altura”, calculando que o mercado brasileiro atualmente consome quatro milhões de bulbos por ano.

Curiosidades sobre o lírio

O lírio sempre foi visto como o símbolo da pureza e é uma das flores mais antigas do mundo. Pode ser encontrado em pinturas nas paredes dos palácios da Grécia Antiga, onde era dedicado à Hera.

O lírio é relacionado à Virgem Maria, em homenagem à sua pureza e, talvez por esse motivo, seja muito usado em buquês de noiva e em festas religiosas.

Na alquimia, fabricava-se um perfume mágico a partir desta flor, que era usado para queimar no recinto onde se realizavam ritualísticas. Também existia uma crença que a flor ajudava a reconciliar os amantes: um pedaço do seu bulbo teria o poder de reaproximar os namorados que romperam as relações.

Narra a mitologia, que a conselho de Minerva, Juno deu seu seio a Hércules, que havia sido abandonado no campo por Alcmene, sua mãe. O jovem herói teria sugado o seio com tanta força, que o leite esguichou em grande quantidade. As gotas que se espalharam no céu formaram a Via Láctea e as que caíram na terra transformaram-se em lírios.

Outra curiosidade sobre esta flor é que no século XVII, o lírio era usado para decorar igrejas em homenagem à Virgem Maria, como símbolo de sua virgindade. Antes, porém, retiravam do lírio os órgãos masculinos e femininos (estames e pistilos), pois só assim a flor seria “verdadeiramente virgem”.

O lírio está incluído numa antiga lista de plantas consideradas mágicas, que teriam o poder de proteger contra bruxaria: dentro de casa, transformaria as más vibrações, e no jardim, funcionaria como uma barreira contra malefícios.

Existem mais de 100 espécies do gênero Lilium, inclusive:

o Lilium henrici
o Lilium henryi
o Lilium huidongense
o Lilium humboldtii
o Lilium iridollae
o Lilium jankae
o Lilium jinfushanense
o Lilium kelleyanum
o Lilium kelloggii
o Lilium lancifolium (sin. L. tigrinum)
o Lilium lankongense
o Lilium ledebourii
o Lilium leichtlinii
o Lilium leucanthum
o Lilium lijiangense
o Lilium longiflorum
o Lilium lophophorum
o Lilium maritimum
o Lilium martagon
o Lilium matangense
o Lilium medeoloides
o Lilium medogense
o Lilium michauxii
o Lilium monadelphum
o Lilium nanum
o Lilium neilgherrense
o Lilium nepalense
o Lilium occidentale
o Lilium oxypetalum
o Lilium papilliferum
o Lilium paradoxum
o Lilium pardalinum

o Lilium parryi
o Lilium parvum
o Lilium philadelphicum
o Lilium pinifolium
o Lilium pomponium
o Lilium primulinum
o Lilium pumilum
o Lilium pyrenaicum
o Lilium pyrophilum
o Lilium regale
o Lilium rhodopaeum
o Lilium rosthornii
o Lilium rubescens
o Lilium saccatum
o Lilium sargentiae
o Lilium sempervivoideum
o Lilium sherriffiae
o Lilium souliei
o Lilium speciosum
o Lilium stewartianum
o Lilium sulphureum
o Lilium superbum
o Lilium taliense
o Lilium tianschanicum
o Lilium tsingtauense
o Lilium wallichianum
o Lilium wardii
o Lilium washingtonianum
o Lilium wenshanense
o Lilium xanthellum
o Lilium heldreichii

Muita Luz!

Poesia

Lírios

Nos prados verdes haviam lírios.

Pululavam pelas campinas,

Embalando sonhos de menina,

enfeitando mesas ao jantar.

Nas sacadas das janelas moravam lírios.

Velavam namorados, amantes,

perfumavam noite enluarada.

Nas entrelinhas da vida,

coabitavam lírios e mulher.

Caminhos traçados, entrelaçados,

encruzilhados.

Mãos estendidas carregavam lírios,

vermelhos, azuis, brancos, rosas, amarelos….

Nas miríades de estrelas replicavam suas luzes.

Lírios que moldavam o todo,

buscando o complexo de ser,

de realizar,

de ir além.

Lírios…

Na imensidão,

no vácuo,

no íntimo.

Lírios que prediziam

para trilhar e seguir.

Encontrando na seqüência, a meta final.

Marly Londero (abril 2008)

4 comentários abril 22nd, 2008

Orquídea

Seria mais fácil pintar uma flor se pudéssemos observa-la. Agora, para entendê-la, saber como ela é, podemos pesquisar através de livros e através da internet temos vários sites sobre flores.
Orquídea

As orquídeas pertencem à ordem Asparagales, à família Orchidaceae. Alguns autores definem como a maior de todas as familias botânicas, com números de espécies estimados entre 25000 e 40000. Mas um consenso geral é de que se trata da maior família botânica dentre asmonocotiledôneas. Esses imponentes números desconsideram a enorme quantidade de híbridos e variedades produzidos por orquidicultores todos os anos. A quantidade de gêneros conhecidos também é surpreendente, superando a marca dos 700.

A família Orchidaceae subdivide-se em 5 subfamílias (números estimados de gêneros e espécies pelo Phylogeny Group):

  • Apostasioideae - 2 gêneros e 16 espécies do Sudeste Asiatico;
  • Cypripedioideae - 5 gêneros e 130 espécies das regiões temperadas do mundo, poucas na America Tropical;
  • Vanilloideae - 15 gêneros e 180 espécies na faixa tropical e subtropical úmida do globo, e leste dos Estados Unidos;
  • Orchidoideae- 208 gêneros e 3630 espécies distribuídas em todo mundo, exceto nos desertos mais secos, no círculo Artico e na Antartida;
  • Epidendroideae - mais de 500 gêneros e cerca de 20000 espécies distribuídas sobre as mesmas regiões de Orchidoidea, embora hajam algumas espécies subterrâneas no deserto australiano.

As espécies de orquídeas são um desafio para os teóricos em Biologia, no que diz respeito ao próprio conceito de especie. Há muitas orquídeas, com características marcantemente próprias e diferentes de outras “espécies” que, quando postas em contato com estas outras, podem efetuar cruzamentos e produzir híbridos férteis. Estes híbridos ainda podem ser cruzados com outras espécies, e produzir novas gerações de híbridos férteis. Há híbridos entre espécies, e até mesmo entre gêneros. Há híbridos obtidos através do cruzamento de várias gerações de híbridos de 4 ou mais gêneros distintos. Este fenômeno é um dos trunfos dos orquidicultores, que podem “misturar” suas espécies e obter uma combinação quase infinita de novas formas e cores, mas também pode ocorrer naturalmente. É possível que várias “espécies” classificadas pelos botânicos sejam, na verdade, híbridos naturais há muito estabelecidos na natureza.

Esta confusão certamente influencia nas flutuações do número de espécies de Orchidaceae mencionados acima, uma vez que não há sequer um consenso do que seria exatamente uma espécie de orquídea.

Hábito

De maneira geral as orquídeas compartilham características exclusivas marcantes. São normalmente ervas epifitas, terrestres, litofitas, psamofitas, saprofitas ou raramente aquáticas, freqüentemente rizomatosas , com raízes robustas cobertas por um tecido esponjoso chamado velame.

Folhas

As folhas apresentam morfologia variada, mas são quase sempre alternas e dísticas. O caule pode muitas vezes se apresentar comprimido verticalmente e espessado, e é a isso que chamam pseudobulbo.

Flores

As inflorencias podem ter de uma a centenas de flores, de acordo com a espécie, e podem ser apicais, laterais ou basais.

As flores são normalmente de simetria bilateral, com 3 sepalas e 3petalas (denominadas tepalas), das quais a dorsal, diferenciada, a que chamam labelo, é expandida, ou apresenta calos, ou possui padrões de cor diferentes.

Os órgãos reprodutivos ( androceu e gineceu) encontram-se reduzidos e fundidos em uma estrutura central chamada coluna , ginostênio ou androstilo. O numero de estames varia entre as subfamílias: a apostasioidea possui três; a cypripedioidea dois, com o estame central modificado; as demais apresentam apenas o estame central funcional, com os dois outros atrofiados ou ausentes. Os grãos de pólem encontram-se agrupados em massas cerosas chamadas polínea. O estigma é normalmente uma cavidade na coluna, onde as polínias são inseridas pelo polinizador. O ovário é ínfero, tricarpelar e possui até cerca de 1 milhão de óvulos.

Fruto

O fruto é uma cápsula, que se abre quando seca para liberar sementes minúsculas e leves, cujo embrião não passa de um aglomerado de células. As espécies de Vanilla são as únicas com frutos carnosos e sementes grandes, os quais são usados para a obtenção de baunilha.

Cultivo

Por sua beleza única, as orquídeas são extensivamente cultivadas, e seu comércio movimenta fortunas todos os anos de maneira crescente. Mas como são tantas espécies diferentes de ambientes diferentes, é impossível apresentar os cuidados básicos de cultivo para todas elas de maneira geral. Assim, o primeiro passo para cultivar uma orquídea com sucesso é a identificação correta da espécie em questão. Ter contato com outros orquidófilos mais experientes pode ser útil caso surja uma planta desconhecida que se queira cultivar. Desta forma pode-se decidir com precisão a iluminação, o regime de regas, o substrato, e outros fatores necessários para o êxito no cultivo.

Uma coisa é certa, as orquídeas de maneira geral não são plantas delicadas e frágeis como alguns acreditam. Pelo contrário, estas plantas (principalmente as providas de pseudobulbo) são extremamente resistentes, e podem sobreviver durante dias fora de um substrato. Sua capacidade de sobrevivência lhes permite que tenham tempo para adaptar sua fisiologia a novas condições após o replantio. Os híbridos, por sua vez, são de maneira geral extremamente resistentes, e podem prosperar mesmo em condições adversas de cultivo, crescendo mais rápido que as espécies ditas “naturais”.

Produção

As orquídeas podem ser produzidas em larga escala graças à resistência de suas mudas na maioria das espécies, à quantidade de sementes produzidas em cada fruto, e à possibilidade de reprodução de meristemas in vitro.

O método mais simples de reprodução é a divisão do rizoma. Toma-se uma planta adulta com pelo menos 6 pseudobulbos formados, de preferência logo após o término da floração, e, com uma faca afiada e esterilizada, corta-se o rizoma, de maneira a separar a planta em duas mudas com 3 pseudobulbos cada. Em casos de plantas maiores, deve-se sempre manter as mudas com o mínimo de 3 ou 4 pseudobulbos para permitir seu rebrotamento. O plantio deve ser feito no substrato adequado à espécie. A muda deve ficar fixa de alguma forma para que as novas raízes possam brotar e se fixar no substrato. Só quando as raízes estiverem restabelecidas as plantas voltarão a crescer.

As sementes são diminutas, e um único fruto pode gerar milhares de novas plantas, cada uma com uma característica diferente da outra. Mas as sementes são muito pequenas, e não conseguem germinar por recursos próprios. Elas precisam das condições de acidez e da disponibilidade de nutrientes que o fungo micorriza de uma planta adulta fornece. Assim, o modo mais simples (e menos eficiente) de reprodução por sementes é simplesmente espalhá-las sobre e ao redor das raízes de orquídeas adultas, assegurando-se de que tenham umidade constante.

O método mais eficiente consiste no preparo de um substrato de musgo Sphagnum. Este deve ser esterilizado e deixado em repouso em um recipiente fechado para manter sua umidade. Deve-se também adicionar pedaços saudáveis de raízes de uma orquídea adulta, de preferência da espécie que deseja-se reproduzir, para que o fungo possa se reproduzir no próprio Sphagnum. Após alguns dias de descanso, semeia-se as sementes, e conserva-se o sistema em um recipiente transparente. As sementes germinam em algumas semanas, e crescem muito devagar, de modo que uma planta só floresce pela primeira vez com entre 5 e 10 anos de idade.

A reprodução por meristema, ou clonagem, é mais eficiente, e consiste na retirada da ponta das raízes. Colocada em meio de cultura, e sob a influência de hormonios vegetais, o meristema transforma-se numa massa de tecido indiferenciado, capaz de dar origem a novas plântulas. As plântulas são destacadas e cultivadas em tubos de ensaio independentes, e em pouco mais de 1 ano, estão prontas para o cultivo em local definitivo. As mudas produzidas são, logicamente clones perfeitos da planta original, sendo este método o mais aplicado para a reprodução em massa de uma determinada variedade.

Muita LUZ!

Poesia

Orquídea

Dá-me uma orquídea e verá meu riso.

Quisera ter na vida a beleza rústica de uma orquídea.

Quisera ter na vida, a paciência que emana de sua força para florir.

Dá-me uma orquídea…

Descubra-me através dela.

Mira-me nos olhos e sinta o brilho indescritível

de todas as orquídeas.

Beije-me nos lábios e saboreie o gosto agridoce que vem da mata,

brotando da madeira bruta,

recolhendo no decorrer dos dias, os pingos de chuva,

após uma seca interminável.

Dá-me uma orquídea.

Dance comigo a valsa da vida,

ultrapasse os limites, corra os riscos.

Enlace meu corpo com cipós e troncos,

entrega-te a magia de ir mais além,

Aprenda o poder de alcançar os sonhos.

Dá-me uma orquídea…

Desvenda minha alma,

Ama-me como mereço.

Só assim,

Conhecerás o valor de estarmos aqui.

(Marly Londero)


Orquídea

Orquídea amarela

Orquídea feliz

5 comentários abril 17th, 2008

Rosa

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Poesia :    Simplesmente Rosas

Rosas brancas

Por que ainda não falei de rosas,
Sobre as cores brilhantes que adornam o meu jardim,
os perfumes que ficam no ar, ou… simplesmente,
preenchem os frascos que adornam corpos de lindas mulheres?

Porque ainda não falei das pétalas secas,
guardadas nos livros e cadernos  da adolescente,
dos espinhos que transfiguram a vida
nos fazendo mais fortes depois de retirá-los?

A beleza do buquê que transcende o explicável,
rosas da saudade que velam os que foram,
rosas do riso laço na face enternecida e sonhadora das noivas..
rosas das esperanças de debutantes…
rosas como presente insubstituível em todas as datas…

Talvez… somente talvez….
Sinto-me tão pequena ante tamanha grandeza.
Hoje, falo de rosas, vivas, fulgurantes..
Embaladas em celofanes, florescendo em jardins.
Hoje, no meio da palma aberta da mão,
uma única rosa, solitária, translúcida.
Abrirei meu relicário e aí dentro,
colocarei a rosa esperada,
ali permanecerá, como a marca de se ser
presença,
consolo,
realizações,
solidariedade,
paz…

(Marly Londero)

A primeira rosa cresceu nos jardins asiáticos há 5.000 anos. Na sua forma selvagem, a flor é ainda mais antiga. Fósseis dessas rosas datam de há 35 milhões de anos.

Cientificamente, as rosas pertencem à família Rosacea e ao gênero Rosa, com mais de 100 espécies, e milhares de variedades, híbridos e cultivares. São arbustos ou trepadeiras, providos de acúleos . As folhas são simples, partidas em 5 ou 7 lóbulos de bordos denteados. As flores, na maior parte das vezes, são solitárias. Apresentam originalmente 5 pétalas, muitos estames e um ovário ínfero. Os frutos são pequenos, normalmente vermelhos, algumas vezes comestíveis.
Atualmente, as rosas cultivadas estão disponíveis em uma variedade imensa de formas, tanto no aspecto vegetativo como no aspecto floral. As flores, particularmente, sofreram modificações através de cruzamentos realizados ao longo dos séculos para que adquirissem suas características mais conhecidas: muitas pétalas, forte aroma e cores das mais variadas.

As rosas e o seu simbolismo:
Rosas: o secretismo (sub rosa), e, de certa forma, um símbolo pagão, ligado muitas vezes a segredos escondidos da igreja durante a Idade Média. A cada cor está associado um significado diferente, alguns desses significados estão listados em baixo:

  • Rosas Amarelas: amor por alguém que está a morrer ou um amor platónico
  • Rosas Brancas: reverência, segredo, inocência, pureza e paz
  • Rosas Champanhe: admiração, simpatia
  • Rosas Coloridas em tons claros: amizade e solidariedade
  • Rosas Coloridas, predominando as vermelhas: amor, paixão e felicidade
  • Rosas Cor-de-rosa: gratidão, agradecimento, o feminino (muitas vezes aparece simbolizando o útero (da mulher) em algumas culturas, como o gineceu está para a cultura ocidental -)
  • Rosas Vermelhas: paixão, amor, respeito, adoração
  • Rosas Vermelhas com Amarelas: felicidade
  • Rosas Vermelhas com Brancas: harmonia, unidade
  • Muita Luz!

  • A rainha das flores

    Rosas vermelhas


Comente! abril 17th, 2008

Girassol

Girassol

Procurando o astro rei

entre nuvens clara e escura

seu, sorriso

será sempre para ele

o SOL

que encanta, os campos , planícies e jardins.

Tema de vários poetas e pintores como o nosso Van Gogh.

Ficaria mais fácil pintar uma flor se pudéssemos observa-la. Já para entendê-la, saber como ela é , podemos pesquisar através de livros e através da internet temos disponíveis vários sites sobre flores.

Nome Científico: Helianthus annuus.

Nome Comum: Girassol.

Nomes Populares: Girassol, Helianto, Alcachofra-de-Jerusalém.

Família: Asteraceae.

Origem: América do Norte.

Habitat: Prados, campos de cultivo, área abertas.

História: Os girassóis, plantas originárias das Américas, foram domesticadas por volta do ano 1000 a.c., pensa-se que pela civilização Inca, onde esta planta era considerada sagrada, sendo símbolo do seu Deus do Sol. Segundo a mitologia grega, uma rapariga, chamada Clytia, apaixonou-se pelo deus do Sol, Apolo, e sem poder fazer nada, observava-o olhando para o céu. Após nove dias, ela foi transformada num girassol. O seu nome deriva do grego “Helios” (sol) e “Anthos” (flor), o qual se deve á sua peculiar maneira de seguir durante todo o día o Sol e a sua luz, e pela forma e cor da sua flor, lembrando o astro rei.

Descrição: O Girassol é uma planta anual com caule grosso, robusto, erecto, simples e de cor verde médio. Podem atingir alturas de 2-3 m, havendo variedades anãs de 40 cm de altura. As folhas são ovais, opostas, pecioladas, com nervuras bem marcadas, ásperas ao tacto com cerca de 15-30 cm de tamanho. As flores de Girassol são grandes, muito chamativas, algo inclinadas, parecidas com a forma do Sol e que seguem a luz do mesmo ao longo do dia. As flores podem ter tamanhos que variam desde os 7cm aos 30,5 cm na diagonal, com disco floral escuro e lígulas radiais de cor amarela. Podem ser simples ou dobradas e de várias cores desde o amarelo, vermelho mogno, laranja, branco, solitárias ou em ramalhetes pouco densos. Atrativas para aves pelas suas sementes e insetos polinizadores.

As raízes do girasol têm a propriedade de absorver metais pesados, como o chumbo e o cádmio, sendo estas plantas utilizadas para despoluição de áreas afetadas. As plantas são depois destruídas. Foram usadas em terrenos próximos da central de Chernobyl.

Poesia

O Lavrador e sua colheita

Tenho as mãos ocupadas na colheita de esperanças

que foram semeadas noutro tempo, noutro campo,

e pareciam soterradas, definitivamente,

na geada da mais completa ausência de sorrisos.

Longo inverno em solitário leito carcomido

pela solidão de nem esperar chegadas ou promessas,

de desejar que o desejo partisse, antes que fosse obsceno,

e de fazer das gavetas sepulturas para antigos versos.

Inesperadamente, um raiozinho de sol, por entre as nuvens,

vem colorir não mais que a possibilidade

de que existam sementes e raízes sob a neve,

e até mesmo a ilusão de uma folhinha verde

despontando no branco e no cinzento dos dias sem memória.

E, olhando além, parece um velho banco de namoros

a suplicar pelo advento de corações entrelaçados,

que tragam de volta os campos ardentes e amarelos

de um Van Gogh a explodir na paixão de sua loucura.

Vou plantar, novamente, nas terras que sobraram,

vou colher muito ou pouco do que vier do solo,

vou saber que me esperas, à tardinha, com teu vestido branco,

e que Deus me perdoe por, bem antes, não haver te amado.

Alberto Lisboa Cohen

livro: Juntando Pegadas

Poesia

Giras e Sóis

Na imponência dos girassóis vi o sol…

alvorecer, entardecer.

Vi a vida girando… girando…

buscando… lutando… brilhando…

Eram giras, ou eram sois?

Cobrindo todo o prado,

alastrando na sala de estar,

adornando a alcova do lar.

Giram girassóis …

giram no mundo,

giram no peito.

Pétalas frias,

lágrimas quentes

de um amor perfeito.

(Marly Londero)

Muita Luz!

Colheita de Girassol

Vaso com Girassóis

Campos de Girassol

Girassol e Margaridas

Girassol Chapêu

Comente! março 9th, 2008

Patina Provençal

Pátina provençal , também chamada de pátina branca, é originária da provence, região do sul da França. Com muito charme essa técnica rústica transforma móveis velhos em peças super modernas. Esta patina geralmente é feita em madeira escura para ressaltar seu efeito.

Material:

Lixa nº 100 ou 150

Seladora

Tiner

Trouxinha de pano

Cera em pasta incolor

Estopa

Tinta PVA látex branca

Pincel macio

Modo de fazer:

Lixe a peça, retire o pó e aplique uma camada de seladora (diluída em tinir na proporção de dois para um) com trouxinha de pano por toda a peça. Deixe secar. Lixe mais uma vez, com a estopa aplique a cera em pasta incolor apenas em algumas partes (locais onde será criado o efeito lascado) como cantos, puxadores, quinas, etc.

Aplique uma camada de tinta látex branca (diluída em 10% de água) com pincel macio. Dê outra demão ou várias bem finas para que forme uma camada grossa para que o efeito de lascas seja real.

Lixe os pontos em que foi aplicada a cera, evite fazer movimentos de vaivém. O segredo é lixar em um só sentido para reproduzir lascas na madeira.

DICA: Se você quiser fazer este tipo de pátina em uma madeira clara basta pintar a madeira com PVA látex na cor tabaco e seguir o procedimento acima.

Eu tenho alguns trabalhos feito com este tipo de pátina, é só ir na Galeria de Madeira aqui no site.

Use a criatividade e Muita Luz!

84 comentários fevereiro 28th, 2008

Patina Mexicana

O resultado é alegre e surpreendente.

Material:

Tinta PVA látex nas cores branco e mais 2 ou 3 coloridas

Lixas para madeira

Pincéis

Cera em pasta incolor

Caixinha em MDF

Modo de fazer:

Lixe a caixa com a lixa nº 180 até ficar lisa. Passe o pincel chato nº 16 na água e comece a passar uma das cores  aleatoriamente, passe duas demãos . Espere secar e faça o mesmo com as outras cores.

Quando a caixa estiver toda colorida e seca, use a cera incolor em pasta. Espalhe-a pela caixa inteira com um paninho de algodão. Aguarde secagem por uns 30 minutos.

Por último, em cima das outras tintas, pinte com a tinta branca. Use a tinta mais grossa, com o pincel seco. Depois de seca, passe levemente a lixa 180. Se a tinta não estiver muito seca, o branco vai sair na lixa e a pátina não vai funcionar.

Passe a lixa com paciência, limpando-a sempre que estiver muito branca. Depois de lixada a caixa, passe cera, espere secar e limpe com um pano.

Este tipo de patina fica muito charmosa e delicada.

Passo a Passo

1- Baú colorido

Baú colorido

2 - Baú com cera

Baú com cera

3 - Baú com tinta branca

Baú com tinta branca

4 - Baú lixado

Baú lixado

5 - Baú lixado e com cera

Baú lixado e com cera

6 - Baú com feche

Baú com feche

Muita Luz!

5 comentários fevereiro 28th, 2008

Patina Marroquina

Um toque rústico, envelhecido,  diferente e bem bonito para peças em madeira.

Material:

Velas

Espátula

Trinchas

Betume diluído em aguarás

Tintas látex colorida

Modo de fazer: 

Passe o betume diluído na madeira para escurecer . Secagem rápida.

Com a madeira toda escura, comece a pingar a vela. Basta incliná-la e deixar a parafina escorrer em toda a madeira. Vá com calma para que toda a madeira fique coberta com a parafina escorrida.

Os riscos não ficam uniformes. Faça aos poucos para as linhas ficarem mais regulares. Tome cuidado com a madeira, pois o aguarás é inflamável.

Passe em toda a peça o látex (cor desejada) , diluído em água na proporção de 10%. Com a tinta de baixo ainda úmida, use a tinta mais escura não para cobrir a superfície inteira , mas apenas em algumas partes, para deixar a pintura falhada e aparecer as cores de baixo e de cima. Também seca rapidinho .

Passe a espátula, com cuidado, para tirar toda a parafina derretida. Agora, basta passar um pano .

Muita Luz! 

1 comentário fevereiro 28th, 2008

Patina Barroca

Patina Barroca[bb], é feita com flores , que pode ser rosas[bb], tulipas, ou a que desejar. Faça o risco em papel de seda e transfira para a madeira como um decalque.

Material:

lixa nº 150

escova de aço[bb]

textura acrílica branca

tinta acrílica[bb] PVA nas cores branca e coloridas

pincéis[bb] de vários tipos

Mode de fazer:

Lixe nos veios da madeira e passe a escova de aço. Tire o pó. Umedeça o pincel trincha para pátina na agua . Comece passando a massa acrílica dissolvida em agua . O fundo estando seco passe a tinta branca pura com a trincha para dar o fundo branco e fazer a cobertura. Mais ou menos 30 min para secar.

Molhe a trincha na água e na tinta da cor que você escolheu . Tire o excesso. E passe na madeira.

Pegue o desenho e decalque sobre a madeira.

Pinte as flores . A peça esta pronta.

Você pode fazer em caixas, cadeiras, bancos, armários, mesas, use sua criatividade.

Muita Luz!

2 comentários fevereiro 28th, 2008

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