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Pátina Fotos

Fotos de alguns trabalhos meu em vários tipos de materiais.

8 comentários fevereiro 13th, 2011

Laminado melamínico - Formica

 

Laminado melamínico (também conhecido como Formica, que é a marca registrada de um fabricante) é um elemento decorativo inventado por John Frederick Hosler e Theodore Russell Clarke, utilizando a resina melamínica.

O laminado melamínico é mais conhecido como Fórmica, por causa da marca líder.
Na maioria das vezes que se pede laminados melamínicos nas lojas, o vendedor fica sem saber do que se trata por conhecer esse produto como Fórmica.

Pintura em fórmica.

Você vai precisar usar um material como fundo - a marca Suvinil tem um próprio para fórmica, o FUNDO FOSFATIZANTE. Após isso pode usar qualquer tinta (acrílica, PVA, automotiva, esmalte). Escolha a que você está mais acostumada a trabalhar.

Podendo usar também primer a base de água.

Depois é só pintar, fazer pátina ,

D.K.P ou Decapê

Técnica usada para envelhecer peças. O visual é semelhante ao da pátina, porém o D.K.P, possui os “risquinhos” em alto relevo feitos com massa.

Ou a pintura de sua escolha .

Abaixo passo a passo feito pela internauta Nila.

1-Lixamos muito bem a fórmica. Usamos máquina para lixar e onde não cabia a maquina lixamos na mão mesmo.
2- Limpamos bem todo o pó.
3- Uma demão de fundo fosco preparador para madeira.( usei coral, mas pode ser shering Williams)..eu usei a base de água por causa do cheiro, mas acho que a base de óleo é o melhor.
4- duas a três demãos de esmalte para madeira também a base água ( acho que  base de óleo é melhor)…esperando bem a secagem entre as demãos.
5- Nas portas e prateleiras, usamos pistola para pintar.
6- Dentro de casa, nas paredes dos armários, usamos o rolo de pele de carneiro.

Depois é só esperar secar por pelo menos 72 horas, para poder usar.

1 comentário fevereiro 9th, 2010

Direito Autoral

Estou recebendo email me perguntando sobre direito autoral, é um assunto extenso.

Consolidado na Lei 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, garante ao autor os direitos morais e patrimoniais sobre a obra que criou.

Temos o site do Ministerio da Cultura que explica os direitos autorais, é só acessar http://www.cultura.gov.br/site/2011/01/20/direitos-autorais-e-direitos-intelectuais/ ou o site www.presidencia.gov.br.

Quando gosto de uma foto na internet ou em jornais, escrevo um email ao autor pedindo autorização. Se a resposta vier positiva, agradeço, e faço uso da imagem .

Atraves deste link você ira saber sobre a lei.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9610.htm

Obrigado pelas visitas e  emails. Muita LUZ!

2 comentários março 25th, 2009

Fuxico com tampinha de garrafa


Vamos reciclar materiais e criar peças de decoração e de moda. O fuxico, técnica com mais de 150 anos, é uma ótima opção. Para fazê-lo, bastam retalhos, linha, um molde redondo, agulha, tesoura e criatividade para decorar toalhas, almofadas, roupas, bolsas e o que mais a imaginação permitir.
Você pode customizar sua casa, criar peças excclusivas.
Além disso, artesanato e arte aliviam o estresse, melhoram a atenção e ainda podem ser um aditivo no bolso, já que as peças podem ser vendidas.

Fuxico com tampinha de garrafa:

Dentro das tampinhas você pode colocar especiarias como por exemplo cravo, deixa um aroma gostoso.

As principais especiarias :

pimenta, gengibre, cravo, canela, noz moscada, açafrão, cardamomo e ervas aromáticas.

Porta-Travessa  e  porta-copo:

31 comentários janeiro 19th, 2009

Incentivo à Arte

Conto escrito especialmente para Bienal Infantil , colegio marista Assunção de Porto Alegre-RS, onde as crianças de 3 a 6 anos fizeram releitura de algumas obras de Bete Brito.

Incentivo à Arte

Pousou o lápis sobre a mesa e se perguntou se alguém iria entender aquelas palavras. Em vão tentou se desfazer e recriar-se em outra pessoa, fingindo ler o que ela própria escreveu.
Recriar, pensou, era o que ela não conseguia fazer e se fazer entender.
Repensou, e repensar era o que ela mais sabia fazer, no que estava escrito, mas esse não era o problema.
Suas palavras eram claras, objetivas, descreviam precisamente o movimento de oscilação, seu tema favorito.
Não era à toa. Tudo à sua volta oscilava.
O pêndulo do relógio na parede, as ondas do mar que se viam pela janela.
O zumbido do mosquito que a atrapalhava a dormir.
Quando saiu à rua, presenciou um festival de vaivém para onde pudesse olhar.
Os carros indo em uma rua, voltando pela outra.
O semáforo indo do vermelho para o verde, do verde para o vermelho.
As cartas com o carteiro que vão do correio para as casas e das casas para o correio.
A colher girando na xícara da moça sentada no café, misturando o açúcar.
O cheiro do café que de repente invadiu seu olfato, tão rápido quanto foi substituído pelo cheiro de fumaça do ônibus que passou e depois pelos demais cheiros por onde passou.
Parando debaixo de uma árvore, repensou, de novo, em recriar.
Era outono, então ela percebeu que as folhas dessa árvore estavam ficando amareladas, e constatou que ali também havia mudança: o verde ia ficando amarelo devagarzinho, de uma ponta à outra de cada folha, e devagar aquela árvore toda passaria de verde para amarelo.
Não precisou de mais que esse preciso instante para que ela entendesse finalmente que o que ela queria dizer no seu texto já estava escrito, bastava perceber os detalhes ao seu redor.
E se lembrou do caminho que havia percorrido, repensando, com esse novo olhar, todas as cenas que presenciou. O relógio na parede, as cartas no correio, o café girando na xícara, as folhas no outono.
Tudo isso era mais do que suficiente para que ela pudesse afinal poder explicar para seus alunos aquele assunto.
Voltou para casa correndo e refez sua aula.
No lugar dos gráficos desenhados na lousa, iria tocar um trecho gravado do som das ondas do mar.
Em vez de descrever todas as forças que fazem balançar o pêndulo do relógio, colocaria os alunos para brincar no balanço da escola e fazê-las sentir o movimento.
Para mostrar a suavidade do movimento, mostraria aos alunos as folhas que mudavam de verde para o amarelado no outono.
Ao preparar tudo isso, ainda animada, comentou com seu marido sobre tudo o que tinha descoberto sozinha.

Ele ouviu atento e, quando ela terminou, sorriu para ela e disse: “Você está apenas usando arte para ensinar. Garanto que seus alunos agora vão ver o mundo com olhos diferentes.”

Se deu conta então de que naquele momento quem estava enxergando com olhos diferentes era ela mesma e concluiu que com a sensibilidade que conquistou pela arte descoberta há pouco ela poderia entender melhor a si mesma e o seu papel no mundo.

Comentário para as crianças:
Como vocês viram no conto o professor esta sempre aprendendo e nada melhor que o nosso dia a dia e a natureza, para nos ensinar.
A arte esta em todos os lugares é só saber olhar e sentir.
Um grande beijo no coração de cada uma.
Bete Brito

Video no YouTube:

http://www.youtube.com/watch?v=jR5W59UWGrc

dezembro 16th, 2008

Patina pela internauta

Quando me propus a fazer os artigos, fiz com o propósito de ajudar, mas não achei que iria ter tantos retornos.
Muitas pessoas por não querer deixar o nome no artigo, me escrevem através da seção “Contato” que tem no site.
Estou muito feliz em estar ajudando muitas pessoas no Brasil e até fora, como Portugal e Espanha, que estão todos os dias presentes em meus artigos, com perguntas ou dizendo só um “Oi” que passaram por aqui.
Até me ligando, pois meus telefones estão no site. Quanta alegria eu sinto em ouvir a voz de um visitante do site. Fico emocionada com tanto carinho.
A Lucia Lima é um dos exemplos que cito acima, ela é Decoradora em Salvador -BA, e hoje posso até dizer que tenho mais uma amiga.
O meu muito obrigado à Lucia e à todas amigas que já fiz e farei.

Muita LUZ!

Abaixo fotos dos trabalhos de Lucia Lima, Patina Provençal e Patina com betume.

6 comentários novembro 5th, 2008

Anturio

Seria mais fácil pintar uma flor se pudéssemos observa-la. Agora, para entendê-la, saber como ela é, podemos pesquisar através de livros e através da internet temos vários sites sobre flores.
Anturio
Anturio

Anturio

  • Nome Científico: Anthurium andraeanum
  • Nome Popular: Antúrio
  • Família: Araceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Colômbia
  • Ciclo de Vida: Perene

Poesia:

De vida e Antúrios

O cansaço que em mim bate não é normal.

Eu que alcei o vôo das gaivotas,

planejando a vida em forma de antúrio,

ereta, duradoura e firme,

fito-me agora diante da acomodação.

Não é assim, não pode ser assim.

Idealizei minhas cores, minhas variações,

revesti-me de couraças

para enfrentar tufões…

Queria ser antúrio,

corações em folhas, folhas em corações,

inflorescências multicores,

nervuras contrastantes.

O cansaço que me abate, não é normal.

Tomarei as rédeas do tempo,

serei antúrio: exótica, duradoura, persistente.

Envergarei e não me quebrarei nas curvas,

nas tempestades, nos solavancos.

Terei a durabilidade indescritível e nua.

Farei meu tempo, farei minha hora,

Esquecerei cansaço,

Esquecerei espaço…

Embelezarei meus momentos,

Pulverizarei a dor,

Buscarei a umidade,

Vencerei o clima.

Vou sorrir da dor.

(Marly Londero)

MUITA LUZ!

novembro 4th, 2008

Copo de Leite - Calla

Seria mais fácil pintar uma flor se pudéssemos observa-la. Agora, para entendê-la, saber como ela é, podemos pesquisar através de livros e através da internet temos vários sites sobre flores.

Copo-de-leite – Zantedeschia aethiopica

Poesia:

Contramão

Vou beber o cálice da vida, de gota em gota,

nadar em águas nebulosas e mares bravios.

Vou beber de todos os copos os sabores,

guardar na boca o sabor complexo.

Vou mergulhar de encontro às ondas,

atirar-me de cabeça esquecer o hoje.

Vou beber o leite, do copo de leite,

na minha auto-estima, saberei que é flor.

Içarei velas ao sabor dos ventos,

subirei em árvores que alcançam o céu.

Traçarei meus versos,

contra os versos seus.

Cantarei meu canto,

no contralto seu.

Na contramão do mundo seguirei em frente,

chegarei enfim, ao ápice pleno?

Vou beber o leite, do copo de leite,

seja ele flor,

seja lá o que for…

(Marly Londero)

Muita Luz e Paz!

25 comentários agosto 13th, 2008

Tulipa

Seria mais fácil pintar uma flor se pudéssemos observa-la. Agora, para entendê-la, saber como ela é, podemos pesquisar através de livros e através da internet temos vários sites sobre flores.

TULIPA

Classificação científica
Reino:     Plantae
Divisão:     Magnoliophyta
Classe:     Liliopsida
Ordem:     Liliales
Família:     Liliaceae
Género:     Tulipa

Poesia

Do ontem

As tulipas que me destes?

- Murcharam!

Integraram-se ao tempo,

dissolveram-se como as promessas

esvaíram-se como as lágrimas.

Tulipas e declaração de amor,

evaporaram-se no ar

como tua presença que reclamei.

Tu foste um raio a cruzar meu céu,

eu fui cometa a riscar tua vida.

Tu foste lâmpada que clareou a noite

eu fui sol que iluminou seu dia.

Caminhas agora por estradas outras,

vago agora por espaço além.

Amaste outras,

outros amei.

Restaram lembranças secretas,

palavras não ditas,

tulipas murchas sobre nossas vidas.

(Marly Londero)

Muita Paz e muita Luz!

1 comentário agosto 13th, 2008

Strelitzia: a ave-do-paraíso

Seria mais fácil pintar uma flor se pudéssemos observa-la. Agora, para entendê-la, saber como ela é, podemos pesquisar através de livros e através da internet temos vários sites sobre flores.
Strelitzia
Strelitzia

Poesia

Voar é preciso

Meu mundo desencontrado

eu perdida.

Ambulantes,

navegantes de um céu com strelizias…

Irmanados solitários em remotas buscas

do próprio ser, qualquer ser…

Alço o vôo incerto e tresloucado

de uma ave do paraíso,

que amou em demasia,

esperou pelo indescritível,

não olhou ao redor.

O paraíso estava ali..

Dentro do peito,

arraigado na alma,

ao alcance dos dedos.

Buscar ao longe e não ver o perto.

Sonhar … meu mundo, meu eu…

Seremos todos insanos construtores do nada?

Voar ainda é preciso!

Além da porta lacrada deve estar o arco íris,

contendo um pote de ouro em seu final,

terá que ali morar a estrela cintilante do elo perdido,

razão do meu caminhar.

Voar ainda é preciso…

Marly Londero

3 comentários agosto 13th, 2008

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